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IBGE aponta o Pará com o terceiro maior ganho substancial de renda no Brasil em 2021

Estrategias adotadas pelo governo do Estado durante a pandemia, como Renda Pará, Fundo Esperança e vale-alimentação escolar, contribuíram para essa performance

Por Bruno Magno (SEDUC)
18/11/2022 18h15

O Pará é o terceiro estado do Brasil com o maior ganho substancial na renda (+41%) em 2021, de acordo com dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os números foram divulgados nesta sexta-feira (18), e mostram os valores dos rendimentos domiciliares per capita referentes a 2021 para o Brasil, calculados com base na Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (PNAD).

Os números do IBGE apontam que os estados que tiveram maiores ganhos substanciais nas suas rendas em 2021 foram Rio Grande do Norte (+53), com R$ 1.109,00; Alagoas (+47), com R$ 777,00, e Pará (+41), com R$ 847,00.Pagamento de auxílios a várias categorias profissionais foi essencial para o destaque alcançado pelo Pará

No Pará, os ganhos se devem, em grande parte, aos auxílios financeiros emergenciais criados pelo governo do Estado para enfrentamento das consequências da pandemia de Covid-19, como Renda Pará, Vale Gás, Fundo Esperança, Incentiva +Pará e vale-alimentação escolar.

"Apesar da pandemia, o Pará teve um crescimento positivo nos últimos quatro anos. Nosso PIB (Produto Interno Bruto) passou de 11 para 10 no País; crescemos 22% no último ano. São 2,2 milhões de pessoas no mercado de trabalho formal, e isso tudo se expande para a renda das pessoas, pois circula mais dinheiro. Outro elemento importante foi que no Governo Helder Barbalho não tivemos perdas para os servidores, que recebem seu salário em dia, e isso se soma à massa de renda da população. Tivemos ainda nossos programas de distribuição de renda, que repassaram vultosos recursos nos últimos três anos, que de alguma forma conseguiram complementar a renda da população e das famílias impactadas pela pandemia. Isso colocou o Pará numa posição de destaque, de Estado que mais fez distribuição de renda para famílias vulneráveis no Brasil", ressalta Inocencio Gasparim, titular da Secretaria de Estado de Assistência Social, Trabalho, Emprego e Renda (Seaster). 

Ainda de acordo com o secretário, os recursos aplicados nos programas de distribuição de renda foram todos do Tesouro Estadual. “Nós não tivemos recursos do Governo Federal em nenhuma das áreas de atuação, e o que fizemos foi com recurso próprio do Estado. Agora, com novo Governo Federal, teremos uma injeção significativa de novos recursos, e isso fará que aumentemos a renda das pessoas no Estado”, completa. Vale-alimentação escolar oferecido pelo Estado aqueceu as vendas no comércio

Salários - Em relação ao período anterior à pandemia, a renda média mensal no Brasil por pessoa era de R$ 1.438,00 em 2019. Em 2020, com a queda de 4,1%, ficou em R$ 1.380,00. O impacto positivo do auxílio emergencial em 2020 contribuiu em 1% na renda domiciliar média.

Em 2021, a renda média nacional reduziu novamente para R$ 1.367,00, voltando ao patamar de 2018. Esta redução no segundo ano da pandemia deu-se pela descontinuidade dos subsídios à população e perda real do salário e do poder de compra. Em 2021 foi observada perda nos rendimentos em 22 estados, além do Distrito Federal, e aumento em cinco estados.

Segundo o IBGE, o rendimento domiciliar per capita foi calculado como a razão entre o total dos rendimentos domiciliares e o total dos moradores. Nesse cálculo, são considerados os rendimentos de trabalho e de outras fontes. Todos os moradores são considerados no cálculo, inclusive os classificados como pensionistas, empregados domésticos e parentes dos empregados domésticos. Os valores foram obtidos a partir dos rendimentos brutos de trabalho e de outras fontes, efetivamente recebidos no mês de referência da pesquisa.

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