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Profissionais da saúde básica fazem oficina do Método Canguru

Por Redação - Agência PA (SECOM)
04/05/2015 18h21

A Secretaria de Estado de Saúde Pública (Sespa), com apoio da Coordenação Geral da Saúde da Criança e Aleitamento Materno, do Ministério da Saúde, promove, de terça, 5, a quinta-feira, 7, no auditório da Fundação Santa Casa de Misericórdia do Pará, a Capacitação de Tutores para o Método Canguru na Atenção Básica: Cuidado Compartilhado. O evento também tem o apoio da Coordenação do Método Canguru, da  Santa Casa, e da Coordenação Estadual do Método Canguru, mediadores do encontro.

O público-alvo são profissionais de saúde que atuam na atenção básica. O curso será ministrado pelos tutores estaduais e consultores nacionais do Ministério da Saúde. “O objetivo é capacitar os tutores que instruirão os profissionais de saúde da atenção básica, no intuito de construir uma linha de cuidado para crianças egressas de unidades neonatais (prematuros, baixo peso), articulando o cuidado recebido no hospital com a atenção básica”, disse a coordenadora estadual da Saúde da Criança, Ana Guzzo.

A posição canguru (colocar o bebê na bolsa, próximo ao corpo) é proposta sempre que possível. É uma prática de atenção humanizada ao recém-nascido prematuro ou de baixo peso, desenvolvida em três etapas. Começa antes do parto (período perinatal), seguindo pelo estímulo a ações no parto e na Unidade Neonatal e especial e à entrada dos pais nesses locais.

Na segunda etapa do método, o bebê deve estar estável clinicamente, com ganho de peso regular, segurança materna, interesse e disponibilidade da mãe em permanecer com a criança o maior tempo possível. “A terceira etapa ocorre com o bebê em atendimento ambulatorial, com acompanhamento conjunto das equipes de atenção básica, visto que coordenam o cuidado em saúde”, complementa Ana Guzzo.

“É a primeira vez que o curso é ministrado para público de atenção básica, mas já tivemos a formação de 40 tutores do método em 2010. Nesse primeiro momento, formaremos 30 tutores no método para a atenção básica das unidades de saúde de Belém, considerando que é de onde vem a maior demanda de bebês com o perfil identificado. Dentro desse grupo estão as tutoras do serviço de referência do Estado, que é a Fundação Santa Casa e da Coordenação Estadual de Saúde da Criança”, detalha a coordenadora.

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